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Homenagem - Roberto Campos 100 anos

segunda-feira, 17 de abril de 2017


“O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes”
- Roberto Campos


Roberto Campos definiu a cultura anti empresarial. “A culpa da alta dos preços não é do empresário, vem dos erros do governo”. Mas, a intelligentsia dominando universidades, setores da administração pública e da mídia, continua bombardeando a iniciativa privada. Ensinou Lula a pregar o “nós contra eles”, em dissimulada luta de classes.

Liberal, defendia a privatização e as reformas, a educação, a tecnologia e o acesso aos mercados externos. Pragmático e polêmico, cultivou muitos admiradores e desafetos. Os críticos que o acusavam de ser “entreguista” e “americanizado” cunharam-lhe o famoso apelido “Bob Fields”. Para ele, no entanto, o antiamericanismo era “a moléstia infantil do nosso nacionalismo”. E em entrevista na TV cravou: “O dinheiro não tem cor e se ele toma a forma de investimento é útil. Seja providenciado por Deus ou pelo diabo”.

Embaixador em Londres e também em Washington, no governo João Goulart (1961-1964), Roberto Campos passou boa parte da vida diplomática na tentativa de negociar empréstimos para o Brasil.

Foi autor (e coautor) de diversas obras, entre elas destacam-se: O Mundo que Vejo e não Desejo; A Lanterna na Popa, livro de memórias; e os últimos ensaios do Na Virada do Milênio.

Roberto Campos foi caluniado, difamado, pela direita, esquerda, oportunistas de plantão. Fez tremer os economistas da Unicamp e irritar os “marxistas “da USP, ao ensinar: “Só haverá liberdade política com liberdade econômica”.

Nas críticas à Lei de Informática (monopólio estatal) do governo Figueiredo ele avisou: “Vai condenar o Brasil em informática”. Na mosca. O Brasil depende de harwdares da China, Coréia, Índia, Paquistão. Lula, ao deslumbrar-se com o socialismo do Século 21 do bravateiro Hugo Chávez, atrelado a Kadafi ( “meu líder, meu irmão” ), Mugabe, Evo Morales, Noriega, Fernando Lugo, Kirchner, distanciou o Brasil dos centros de Conhecimento, Ciência, Tecnologia, Pesquisa, Modernidade. Lula e Dilma aprofundam o Atraso do Brasil.


"O Roberto Campos era um ouvinte atentíssimo e humilde, um perfeito cavalheiro em toda a extensão do termo."
- Olavo de Carvalho



Fonte/Texto: Senado e O Repórter na História

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